Uma história para te ajudar a virar a página

Por Ana Carolina Di Luca

Olá, meu nome é Ana Carolina Di Luca (Coca) e, hoje, vou contar um pouco da minha história, que contém desde as esperanças e sonhos da juventude, às frustrações com a profissão e, consequente, vida pessoal, até o encontro de uma vida mais leve e cheia de propósito, que me faz sentir que tudo valeu a pena.

Sim, quando falamos de vida, logo imaginamos que sempre seremos felizes e realizados em todas as fases.

“É natural que todo mundo em toda parte tenha Picos e Vales no trabalho e na vida pessoal” (Livro Picos e Vales, Spencer Johnson). Por isso, a importância de dedicarmos tempo além de todo conhecimento técnico, que é muito importante e exigido em nossa profissão. Mas o começo para virada de chave é o desenvolvimento de nossas competências emocionais e a busca pelo processo de autoconhecimento para podermos assimilar os descontentamentos, sabendo a melhor forma de reagir diante dos acontecimentos negativos ou inesperados e, assim, gerar bons momentos amanhã.

Logo que me formei, a expectativa para trabalhar como médica-veterinária me gerou uma série de dúvidas, que deveriam ser normais para este momento de arrancada na profissão: será que fiz o curso certo? Essa profissão vai me fazer feliz? Será que estou preparada para ser de fato uma veterinária e atuar na Clínica de Animais de Companhia? E eu não tinha as respostas, e ali na verdade já estava me sentindo sob pressão. No meu caso, o diálogo interno, duvidoso e negativo estava assumindo o controle e me fazendo sentir incapaz.

Minha escolha pela Medicina Veterinária foi totalmente influenciada pela grande paixão pelos animais. Meus avós foram referência na América Latina com a criação da raça Dobermann e eu cresci em contato direto com os cães, e depois descobri que gostar de animais não era garantia de aptidão para exercer a profissão de médico-veterinário.

Não de hoje os médicos-veterinários recém-formados ou com até cinco anos de formado sofrem mais com as pressões relacionadas ao trabalho, em parte porque acabam frustrados com os baixos ganhos ou com a jornada de trabalho exagerada. Quase sempre vamos atrás de um culpado, seja o empregador que mal remunera, o excesso de faculdades, a concorrência desleal, a falta de preparo e por aí vai. O que tem que ser imperioso é que não devemos buscar culpados e sim nos autorresponsabilizarmos, pois somos frutos daquilo que comunicamos, pensamos, sentimos e fazemos. A sua dispersão é a pior inimiga de sua ação.

Posso lhes falar aqui, nobres colegas, com notoriedade de causa, pois já vivenciei períodos muito ruins, períodos muito bons, mas tinha em mim que eu precisava mais para ser feliz verdadeiramente.

 Após alguns anos de trabalho na clínica veterinária, descobri a área comercial e ali achei meu lugar. Por mais de 10 anos atendi o segmento veterinário no estado do Paraná. Claro que enfrentei vários desafios, mas consegui desenvolver uma carreira que me rendeu muito aprendizado, amigos, realização naquilo que fazia, dinheiro. Isto foi um exemplo claro de como fazer a mudança, tomar à frente para busca da felicidade, agir e não culpar os outros ou o mercado de trabalho. Sim, isso é possível e só depende de você, pode acreditar! Vou ser repetitiva, mas a dispersão é inimiga da ação. Lembre-se disto!

Depois destes 10 anos, achei que poderia alçar voos mais altos e com o conhecimento que adquiri trabalhando para multinacionais, oferendo suporte técnico e comercial, deparei-me com outra dúvida (dúvidas, sempre elas): será que posso fazer algo mais? E foi assim que resolvi agir novamente e estudar sobre desenvolvimento humano, inteligência emocional, coaching, perfil de comportamento, fiz uma variedade de cursos e formações. Hoje, tenho uma missão que me dá um enorme prazer, que é de ajudar pessoas a obterem o máximo de si, quero mostrar que é possível sair dessa espiral negativa, é possível reprogramar suas crenças limitantes e fortalecer sua identidade, capacidade e merecimento de uma vida melhor!

Eu tenho meus exemplos de superação e de como dar a volta por cima, depois de tudo que aprendi nos meus estudos e treinamentos para compartilhar com outras pessoas e, hoje, sou testemunha de vários clientes meus que também puderam mudar para melhor suas vidas. É isso que me deixa muito feliz, é muito gratificante!

Então, se várias pessoas conseguem, podemos supor que cada um de nós também conseguirá, basta querer. Decida parar de criticar e julgar os seus colegas e clientes, reeduque-se na sua comunicação, pensamento, atitude, pois tudo isso vai refletir diretamente nos seus resultados.

Minha empresa é a AnaLife e terei o máximo prazer, caso queira, em conversar com você. Mas se chegou até aqui nesta leitura responda a essa pergunta, por favor: qual a grande oportunidade que você tem hoje dentro desse mercado que cresce todos os anos e é o segundo maior mercado do mundo?

Não se preocupe se a resposta não veio na hora. Pense, reflita, busque opiniões de quem está prosperando, peça ajuda. Enfim, saia da caixa do problema e entre na piscina da solução. Vamos em frente sempre.

Ana Carolina Di Luca – médica-veterinária com MBA em Direção Estratégica. Possui experiência em empresas nacionais e multinacionais veterinárias. Diretora administrativa. É master coach integral sistêmico, analista de perfil comportamental e facilitadora do Projeto Sobre(o)Viver.

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